Árbitro de futebol, morador de Simões Filho tem grave lesão no braço e pede ajuda


O FALA SIMÕES FILHO conversou com Anderson Rodrigues, árbitro esportivo e morador de Simões Filho. Ele contou à reportagem que sofreu um acidente no dia 28 de maio no ano passado, na Via Universitária, em uma colisão que envolveu duas motocicletas.

Segundo ele, o impacto o fez paralisar o movimento de um dos braços, além de prejudicar a sensibilidade. No entanto, não há tratamento disponível para esse problema no estado da Bahia.

“A SAMU me trouxe ao Hospital de Simões Filho. Minha situação foi crítica porque ninguém acreditaria que estaria vivo hoje, pela gravidade que foi. Cheguei ao hospital todo ensanguentado. Fiquei internado dois dias e recebi alta. Vim para casa e continuei fazendo o tratamento, até quando tive uma melhora e vi que não movimentava mais nada. Fui ao Hospital das Clínicas para resolver o meu problema. Chegando lá, o médico disse que não há esse procedimento na Bahia”, relatou.

Anderson contou que procurou também o Hospital Roberto Santos, em Salvador, mas obteve pouca evolução. Ao fazer uma pesquisa, ele encontrou um médico neurocirurgião em Santa Catarina. Por causa da alta procura pelo SUS, restou a opção de pagar pela cirurgia. O preço atual para a operação é de R$ 9 mil, fora as despesas de deslocamento, alimentação e hospedagem. O valor total estimado é de R$ 15 mil.

“Procurei o vereador Bolly-Bolly e pedi a ele uma ajuda. Ele disse que as coisas estão difíceis e que não poderia ajudar financeiramente, mas que poderia fazer algo para eu poder fazer a cirurgia. O prefeito Dinha também sensibilizou com o meu caso e me garantiu uma ajuda de R$ 6 mil. Ficariam restando, hoje, R$ 9 mil”, explicou.

Em seguida, Anderson fez um apelo: “O meu apelo hoje é para que os empresários de nossa cidade, as pessoas que me conhecem e sabem da minha luta e sabem o que faço pelo esporte. Todo mundo me conhece como Anderson, o árbitro de futebol. Foi um dom que deus me deu. Não estou atuando por estar nessa situação. Não é fácil. Só de remédio eu gasto R$ 400 por mês”, afirmou.

Para entrar em contato, Anderson deixou o seguinte telefone: (71) 99941-9450