Curso Gratuito: Governo oferece qualificação profissional para pessoas com deficiência


Curso
Imagem Ilustrativa

Por meio do Programa Primeiro Emprego e com o objetivo de alcançar e capacitar Pessoas com Deficiência (PcD) para o mercado de trabalho, o Governo do Estado promove o Curso de Qualificação Profissional em Auxiliar Administrativo para PcD. Com carga horária de 240 horas, as aulas serão ofertadas nos três turnos. As inscrições já estão abertas e podem ser realizadas até 10 de fevereiro.

“As aulas serão conduzidas por professores especialistas sob a chancela da Universidade do Estado da Bahia (Uneb), o que garante a qualidade dessa formação, que tem o público alvo PcD oriundos da rede pública, egressas do ensino médio do ano de 2015 a 2019, e os matriculados na terceira série do ensino médio do ano de 2020”, destaca Almerico Lima, coordenador executivo de Acompanhamento de Políticas Sociais da Casa Civil.

Os interessados podem realizar a inscrição presencial em qualquer escola estadual de Salvador e da região metropolitana ou on-line, através do portal e preencher o cadastro. A inscrição pela internet só será validada após a apresentação de cópia da documentação (RG, CPF, comprovante de residência, comprovante de matricula escolar ou diploma de conclusão do Ensino Médio) na escola selecionada até a data limite.

 

Locais onde as aulas serão ministradas

O curso tem a previsão de ser iniciado em 13 de fevereiro de 2020 e será realizado simultaneamente nos Colégios: Estadual Rotary, Estadual Governador Roberto Santos, Estadual Satélite, Estadual Euricles de Matos, Estadual Manoel Devoto e Estadual Abílio César.

A qualificação é uma realização da Casa Civil em parceria com a Universidade do Estado da Bahia (Uneb), Secretaria do trabalho, Renda, Emprego e Esporte (Setre), Secretaria da Educação (Sec), Secretaria da Justiça Direitos Humanos e Desenvolvimento Social (SJDHDS) e Secretaria da Administração da Bahia (Saeb). 

As pessoas qualificadas poderão ser contratadas por empresas privadas, públicas estaduais e pelas Fundações públicas Luís Eduardo Magalhães (Flem) e Estatal Saúde da Família (Fesf).