
O desaparecimento de Tâmara Trindade, 28 anos, e Mayane Coelho, 20 anos, mobiliza familiares, amigos e a polícia em Simões Filho, Região Metropolitana de Salvador. As duas jovens foram vistas pela última vez na última quinta-feira e, desde então, não deram mais notícias. O caso, envolto em mistério, desperta apreensão e gera uma onda de boatos que aumenta ainda mais a angústia das famílias.
Últimos momentos antes do sumiço
De acordo com testemunhas, as amigas foram vistas circulando de motocicleta pelo bairro CIA 2. A informação confirmada é que, em seguida, foram vistas em um depósito, onde teriam bebido. Depois disso, não houve mais contato. A moto de Tâmara também desapareceu junto com elas.
As famílias relatam que Mayane estava hospedada na casa da amiga havia cerca de dois dias. Pouco depois, ambas sumiram sem deixar rastros.
Angústia e silêncio dos celulares
Desde o desaparecimento, os telefones permanecem desligados. O caso é ainda mais delicado porque Mayane é mãe de uma menina de 3 anos, que chora constantemente pedindo pela mãe.
“Ela só viu a mãe na quarta-feira, antes do sumiço, e desde então pergunta todos os dias por ela”, relatou a família.
Investigações em andamento
O caso foi registrado na Delegacia de Simões Filho e encaminhado ao Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), em Salvador. As famílias foram ouvidas e aguardam o início das investigações. A polícia deve começar a apurar o desaparecimento formalmente nesta semana.
Apesar de várias informações circularem — desde suposto envolvimento com advogados até versões de brigas e dívidas —, nada foi confirmado oficialmente. As famílias pedem que boatos não sejam espalhados, pois atrapalham as buscas.
Quem eram Tâmara e Mayane
As duas amigas eram conhecidas por sempre estarem juntas. Familiares relatam que ambas gostavam de festas e tinham uma vida social ativa.
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Tâmara Trindade era dona da moto usada na noite do desaparecimento.
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Mayane Coelho estava desempregada no momento e passava alguns dias na casa da amiga.
Segundo a família, Mayane não escondia que fazia uso de drogas, como cocaína e maconha. Já Tâmara seria usuária de maconha. Mesmo assim, parentes destacam que eram mulheres trabalhadoras e queridas por quem convivia.
A dor das famílias
O clima é de desespero. Parentes afirmam que não buscam julgamentos ou especulações sobre a vida pessoal das duas, apenas querem respostas.
“Não importa se elas saíam, se bebiam, se usavam drogas. O que a família precisa saber é onde elas estão”, desabafou uma prima de Tâmara.
O apelo da filha de Mayane
Entre as cenas mais comoventes está a de uma criança de apenas 3 anos chamando pela mãe. Esse drama reforça a urgência em localizar as jovens.
“É de cortar o coração ouvir a menina chorando e pedindo pela mãe”, disse uma amiga da família.
Polícia pede colaboração
A polícia solicita que qualquer pessoa com informações entre em contato através do Disque Denúncia 181.
“São duas vidas, duas famílias e uma criança que dependem de respostas. Qualquer informação pode ser decisiva”, afirmou um agente envolvido no caso.
Mistério que intriga a cidade
Em Simões Filho, o desaparecimento ganhou as ruas e as redes sociais. Moradores se mobilizam compartilhando fotos e pedidos de ajuda. Enquanto isso, as famílias vivem dias de angústia, agarradas à esperança de reencontrar Tâmara e Mayane com vida.
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