
Simões Filho, na Região Metropolitana de Salvador, recebeu visitas técnicas do projeto DUI-RRD Cidades, uma iniciativa do Ministério das Cidades em parceria com a Fiocruz voltada à prevenção de desastres em áreas urbanas.
A ação tem como objetivo apoiar municípios na construção de soluções para problemas que afetam diretamente a vida da população, como alagamentos, falhas na drenagem urbana, ocupação de áreas vulneráveis e riscos de deslizamentos.
Segundo informações do Ministério das Cidades, o projeto busca fortalecer o planejamento urbano integrado e criar estratégias capazes de reduzir riscos associados a eventos geo-hidrológicos, como chuvas intensas, enchentes e movimentações de encostas.
Visitas técnicas ouvem moradores e equipes locais
Durante a passagem por Simões Filho, as equipes técnicas dialogaram com moradores, lideranças comunitárias e representantes do município. A proposta é entender, na prática, quais são os principais pontos de risco e quais soluções podem ser aplicadas conforme a realidade local.
Esse contato direto com a população é uma das etapas mais importantes do projeto, já que permite identificar problemas que muitas vezes não aparecem apenas em mapas ou levantamentos técnicos.
Manual poderá ajudar outras cidades brasileiras
As experiências coletadas em Simões Filho e nas demais cidades-piloto vão contribuir para a criação de um manual de referência nacional. O documento deverá orientar outros municípios brasileiros na elaboração de projetos urbanos voltados à redução de riscos de desastres.
O DUI-RRD Cidades começou em 2025 e selecionou municípios para desenvolver metodologias de planejamento urbano, participação social, adaptação climática e prevenção de riscos.
Por que isso importa para Simões Filho
A presença do projeto em Simões Filho coloca o município em uma discussão estratégica sobre segurança urbana, infraestrutura e adaptação às mudanças climáticas. Em cidades com crescimento urbano acelerado, ações preventivas podem evitar prejuízos materiais, transtornos no trânsito, perdas em moradias e riscos à população.
Mais do que uma visita técnica, a iniciativa pode abrir caminho para projetos futuros de drenagem, urbanização, contenção de encostas e planejamento de áreas vulneráveis.
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