
Um passeio de lazer terminou em fatalidade na manhã deste domingo (1º) em Simões Filho, na Região Metropolitana de Salvador. Um homem de 41 anos morreu afogado enquanto praticava canoagem em uma lagoa localizada dentro de um condomínio residencial às margens da BR-324, na altura do km 599.
A vítima foi identificada como Victor Luiz Passos Rocha. Segundo informações repassadas pelo Corpo de Bombeiros, ele participava de um passeio de caiaque quando acabou afundando na água.
Uma mulher que dividia a embarcação com a vítima também caiu na lagoa, mas conseguiu sair com vida.
Dinâmica do acidente
De acordo com relatos preliminares:
| Fator | Informação apurada |
|---|---|
| Local | Lagoa interna de condomínio residencial |
| Município | Simões Filho (RMS) |
| Atividade | Passeio recreativo de caiaque |
| Idade da vítima | 41 anos |
| Sobrevivente | Mulher que estava na mesma embarcação |
| Situação | Afundamento seguido de afogamento |
Os bombeiros informaram que Victor já estava sem sinais vitais quando foi retirado da água.
O que ainda está sob investigação
As circunstâncias do afogamento ainda não foram esclarecidas oficialmente. Entre os pontos que podem ser apurados estão:
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Uso ou não de colete salva-vidas
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Profundidade da lagoa
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Possível mal súbito
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Condições da embarcação
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Tempo de resposta do socorro
O caso deverá ser investigado pelas autoridades competentes.
Riscos comuns em passeios de caiaque
Especialistas alertam que lagos e lagoas de condomínios podem apresentar riscos ocultos:
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Variação brusca de profundidade
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Fundo lodoso que dificulta a movimentação
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Ausência de estrutura de salvamento
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Sensação falsa de segurança por ser área residencial
O uso de colete salva-vidas é considerado medida essencial, mesmo em águas aparentemente calmas.
Posicionamento do condomínio
O portal Fala Simões Filho informou que solicitou nota oficial ao condomínio onde ocorreu o acidente e aguarda retorno.
Simões Filho possui diversas áreas de lazer com lagoas e represas em condomínios fechados. Embora utilizadas para recreação, muitas dessas áreas não contam com estrutura de segurança aquática permanente.
Acidentes desse tipo costumam ocorrer por subestimação dos riscos e ausência de equipamentos de proteção.
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