
Um jovem vereador de Simões Filho denunciou publicamente supostas irregularidades no pagamento da bolsa auxílio destinada aos participantes do Programa Jovem Vereador 2025. Segundo ele, o valor previsto em lei seria de R$ 724, correspondente a metade do salário mínimo vigente, mas os beneficiários estariam recebendo apenas R$ 405, sem explicação sobre o destino da diferença.
O parlamentar mirim afirmou que buscou respostas na Procuradoria do Município e na Secretaria de Administração (SECAD), mas enfrentou meses de atraso e manobras para retardar o parecer oficial. “O povo está atento, observando quem é quem. Estou aqui em defesa da legalidade e da transparência”, destacou.
Coação e pressões internas
Durante a denúncia, o jovem vereador relatou ter se sentido coagido pelo presidente da Câmara, que teria sugerido que ele “deixasse o assunto de lado” para não prejudicar futuros compromissos. Apesar da pressão, o estudante afirmou que continuará buscando justiça.
“Fiquei coagido no momento, mas como cidadão consciente dos meus direitos, não posso aceitar ilegalidades. Quero apenas o que está na lei”, reforçou.
Impacto e reação
O caso levantou questionamentos sobre a gestão dos recursos e a transparência da Câmara Municipal. Além do pagamento abaixo do valor previsto, houve ainda relatos de descontos injustificados no mês de maio, quando os contratos foram assinados após a data inicial prevista.
A denúncia repercutiu nas redes sociais e em programas locais de rádio e TV, ganhando força entre a população jovem da cidade, que cobra mais transparência na utilização dos recursos públicos.
O jovem vereador prometeu apresentar os documentos em nova transmissão ao vivo, reforçando o compromisso com os princípios básicos da administração pública: legalidade, moralidade, publicidade, eficiência e impessoalidade.
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